terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Uma Merendeira de mão cheia, Marluce de Robertinho..

Não gosto de recordar depois da morte, a morte nos ensina a viver: e foi vivendo que convivi com essa pessoa que tanto me ensinou nos dias de hoje. Hoje mim sinto a vontade pra falar de ”Marluce do Gogó de Sola”, pessoa que comecei a admirar desde os tempos de criança, quando na escola Irineu Severo de Macêdo nos servia a merenda, isso depois de nos cobrar essencial, coentro, cebola, tomate ou qualquer outro “engasga gato”, pois naquele tempo não tínhamos Bolsa Família.

Sei que Marluce foi sempre aquela pessoa que estava ali, pronta a dar explicações, as vezes melhores que os dos professores, a quem odiávamos.

Lembro das brigas que tive com amigos de sala de aula e lá estava Merluce: - Cuidado! Eu digo a Seu Abel e a Dona Cota, Há saudade.

Saudade que sinto de uma tempo em que se chamava professora de Senhora e que éramos felizes.

Marluce, Deus está com você

Djalma

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