quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Ex-médico não trabalhava e vivia em casa de luxo no Paraguai, diz PF
A Polícia Federal disse que o ex-médico Roger Abdelmassih, de 70 anos, era monitorado por uma equipe da Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (Senad) e da Polícia Federal brasileira há 8 dias. O delegado Marcos Paulo Pimentel afirmou em uma coletiva de imprensa no início da noite desta terça-feira (19) que Abdelmassih vivia ilegalmente no Paraguai, não trabalhava e morava com a mulher em uma residência de luxo de Assunção, capital do país vizinho.
Médico condenado a 278 anos de prisão devechegar a São Paulo nesta quarta
(Foto: Divulgação/Secretaria Nacional Antidrogas
do Paraguai)
O ex-médico estava foragido desde 2011, cerca de um ano após ser condenado por estuprar, 35 pacientes, que disseram ter sido atacadas dentro da clínica que ele mantinha na Avenida Brasil, na região dos Jardins, área nobre da cidade de São Paulo. Ao todo, as vítimas acusaram o médico de ter cometido 56 estupros.
Segundo o delegado, as investigações concluíram que o ex-médico saiu do Brasil por uma fronteira terrestre. Todavia, Pimentel não soube precisar qual foi a rota usada por Abdelmassih.
Ainda conforme Pimentel, Abdelmassih foi preso quando saía de um estabelecimento comercial, no Bairro Villa Morrá, em Assunção, às 14h30. Ele estava acompanhado da mulher. Segundo o delegado, ele ficou muito abalado com a prisão.
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O ex-médico chegou à delegacia da Polícia Federal por volta das 18h desta terça-feira. O avião que transportou Abdelmassih decolou da pista do grupo aeronáutico da Força Aérea Paraguaia e pousou em um aeroporto dentro da Usina de Itaipu, do lado paraguaio. Em seguida, ele atravessou a Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu, em um carro até a alfândega, onde teve que assinar uma ata de expulsão do país vizinho, conforme Pimentel.
Depois, o ex-médico foi levado para a Delegacia da Polícia Federal, onde deve ficar preso até ser transferido para São Paulo, nesta quarta-feira (20). A previsão é que ele embarque entre 10h e 11h.
O ex-médico era considerado um dos principais especialistas em reprodução humana no Brasil. Após sua condenação e fuga, passou a ser um dos criminosos mais procurados pela Polícia Civil do estado de São Paulo. A recompensa por informações sobre seu paradeiro era de R$ 10 mil.

Possíveis disfarces
Para chegar ao ex-médico, a Polícia Federal usou um programa específico, que montou várias imagens com a foto de Abdelmassih. Nelas, o sistema fez projeções de como ficaria o rosto dele com fantasias e disfarces, como tintura capilar, uso de chapéus e óculos escuros.
Para chegar ao ex-médico, a Polícia Federal usou um programa específico, que montou várias imagens com a foto de Abdelmassih. Nelas, o sistema fez projeções de como ficaria o rosto dele com fantasias e disfarces, como tintura capilar, uso de chapéus e óculos escuros.
Denúncias e condenação
As denúncias contra o médico começaram em 2008. Abdelmassih foi indiciado em junho de 2009 por estupro e atentado violento ao pudor. Ele chegou a ficar preso de 17 de agosto a 24 de dezembro de 2009, mas recebeu do Supremo Tribunal Federal (STF) o direito de responder o processo em liberdade.
As denúncias contra o médico começaram em 2008. Abdelmassih foi indiciado em junho de 2009 por estupro e atentado violento ao pudor. Ele chegou a ficar preso de 17 de agosto a 24 de dezembro de 2009, mas recebeu do Supremo Tribunal Federal (STF) o direito de responder o processo em liberdade.
Em 23 de novembro de 2010, a Justiça o condenou a 278 anos de reclusão. Abdelmassih não foi preso logo após ter sido condenado porque um habeas corpus do Superior Tribunal de Justiça (STJ) dava a ele o direito de responder em liberdade.
O habeas corpus foi revogado pela Justiça em janeiro de 2011, quando ex-médico tentou renovar seu passaporte, o que sugeria a possibilidade de que ele tentaria sair do Brasil. Como a prisão foi decretada e ele deixou de se apresentar, passou a ser procurado pela polícia.
Em maio de 2011, Abdelmassih teve o registro de médico cassado pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo.
Roger Abdelmassih é fichado pela políciaparaguaia após ser preso em Assunção
(Foto: Divulgação/Secretaria Nacional Antidrogas
do Paraguai)
Lavagem de dinheiro
O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) informou que vai investigar uma possível rede de favorecimentos à fuga do ex-médico. Segundo os promotores, os integrantes dessa rede e o próprio Abdelmassih teriam cometido uma série de outros crimes, como falsidade ideológica e falsidade material, além de lavagem de dinheiro para que o ex-médico tivesse condições de fugir do Brasil e se manter fora do país, conforme o procurador-geral de Justiça Márcio Fernando Elias Rosa e o promotor Luiz Henrique Cardoso Dal Poz.
O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) informou que vai investigar uma possível rede de favorecimentos à fuga do ex-médico. Segundo os promotores, os integrantes dessa rede e o próprio Abdelmassih teriam cometido uma série de outros crimes, como falsidade ideológica e falsidade material, além de lavagem de dinheiro para que o ex-médico tivesse condições de fugir do Brasil e se manter fora do país, conforme o procurador-geral de Justiça Márcio Fernando Elias Rosa e o promotor Luiz Henrique Cardoso Dal Poz.
A quantidade de pessoas, a identidade delas e a relação delas com o fugitivo não foram informados pelo Ministério Público. "As investigações têm continuado para responder a todas estas questões", disse Rosa.
Médico alegava inocência
O ex-médico sempre alegou inocência. Chegou a dizer que só ‘beijava’ o rosto das pacientes e vinha sendo atacado por um "movimento de ressentimentos vingativos". Mas, em geral, as mulheres o acusaram de tentar beijá-las na boca ou acariciá-las quando estavam sozinhas - sem o marido ou a enfermeira presente.
O ex-médico sempre alegou inocência. Chegou a dizer que só ‘beijava’ o rosto das pacientes e vinha sendo atacado por um "movimento de ressentimentos vingativos". Mas, em geral, as mulheres o acusaram de tentar beijá-las na boca ou acariciá-las quando estavam sozinhas - sem o marido ou a enfermeira presente.
Algumas disseram que foram molestadas após a sedação. De acordo com a acusação, parte dos 8 mil bebês concebidos na clínica de fertilização também não seriam filhos biológicos de quem fez o tratamento.
Vítimas comemoram
Uma página no Facebook, usada por uma associação de vítimas do ex-médico, comemorou a notícia da prisão. No perfil particular de algumas das vítimas, há postagens comemorativas. “uhu, conseguimos”, diz uma das mulheres.
Uma página no Facebook, usada por uma associação de vítimas do ex-médico, comemorou a notícia da prisão. No perfil particular de algumas das vítimas, há postagens comemorativas. “uhu, conseguimos”, diz uma das mulheres.
Uma das noras do ex-médico, afirmou que "a justiça foi feita", ao se referir sobre a prisão do sogro. Segundo ela, a família não vai se pronunciar mais sobre o caso, para preservar os descendentes mais novos. "A gente não quer falar por conta dos filhos e netos", explicou.
Confira a agenda dos candidatos ao Governo do Estado para esta quarta-feira (20)
Confira:
Antônio Radical (PSTU):
A assessoria ainda não divulgou a agenda do candidato até o presente momento;
Cássio Cunha Lima (PSDB):
Manhã e tarde
- Gravações para o guia e reuniões com equipe de coordenação da campanha
Noite - 18h30
- Caminhada em Santa Rita
Local: Rua Severo Rodrigues /Alto das Populares
20h30
Caminhada, com inauguração do Comitê de Gurinhém
Local: Rua Humberto Lucena
Major Fábio (PROS):
A assessoria ainda não divulgou a agenda do candidato até o presente momento;
Ricardo Coutinho (PSB):
15h00 - Reunião da Comissão Executiva Nacional do PSB.
Local: Sede Nacional do PSB - SCLN 304 - Bloco A - Entrada 63 - Sobreloja 1, Brasília
Tárcio Teixeira (PSOL):
Manhã – Agenda Pessoal.
Tarde – Será sabatinado por filiados e diretores do STIUPB (Campina Grande).
Noite – 19h, Entrevista no JPB 2ª Edição; e 19h20, Entrevista para G1.
Vital do Rêgo Filho (PMDB):
A assessoria ainda não divulgou a agenda do candidato até o presente momento;
Cássio diz está mais maduro e experiente e promete auditar terceirização da saúde
“Estou mais maduro, mais experiente. Estou me colocando como uma alternativa para fazer a Paraíba avançar com paz, com diálogo. Não podemos mais assinar embaixo de uma gestão que pratica a perseguição política, que mostrou retrocesso em vários serviços públicos”, disse Cássio Cunha Lima, candidato a governador da Paraíba. A afirmação foi feita pelo candidato do PSDB no segundo dia da série de entrevistas que as TV's Cabo Branco de Paraíba promovem com todos os que disputam o governo paraibano nas eleições de outubro de 2014.
Durante os seis minutos de entrevista, o candidato do PSDB falou sobre segurança pública, saúde e política com os servidores públicos, bem como sobre o rompimento político com candidato do PSB, Ricardo Coutinho. "Em 2010 fizemos uma aliança. Em uma carta de intenções, não só eu, mas grupos político fizeram essa aliança. Três anos depois, não houve uma palavra minha que pudesse representar um boicote para que o governo não desse certo. Infelizmente não deu. Tivemos que fazer uma avalição, ouvir o povo e reconhecer que não pudemos apoiar um governo que apresentou atrasos, que oprime o servidor. Isso é a essência da democracia", ressaltou.
Cássio Cunha Lima também respondeu perguntas sobre obras realizadas na sua gestão passada e novamente sobre a sua avaliação a respeito do funcionalismo público enviadas por internautas pelas redes sociais.
"O que eu tinha como responsabilidade era garantir a governabilidade. Fiz isso com Maranhão, me recolhi ao silêncio, à reflexão. Não fiz nenhum obstáculo ao meu principal adversário político da época. Isso mostra que eu sempre fui a favor da Paraíba”, comentou o candidato do PSDB ainda sobre a aliança nas eleições passadas com o atual candidato Ricardo Coutinho.
Cássio critica “terceirização desonesta” na saúde pública da Paraíba
Ainda na entrevista ao telejornal JPB 2ª Edição, exibido em rede pelas TVs Paraíba e Cabo Branco, afiliadas da Rede Globo, Cássio Cunha Lima respondeu às perguntas feitas pelos apresentadores Edilane Araújo e Carlos Siqueira. No primeiro momento, o candidato comentou o rompimento político com o candidato a governador Ricardo Coutinho e sobre a cassação no seu segundo mandanto pelo Supremo Tribunal Federal.
Durante transmissão simultânea entre as televisões Paraíba e Cabo Branco, afiliadas da Rede Globo, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), candidato a governador pela Coligação A Vontade do Povo, destacou sua preocupação com a atual situação do setor de saúde pública no Estado. Notadamente, criticou duramente os escândalos envolvendo a terceirização da área.
Ao ser abordado pela entrevistadora Edilane Araújo se iria acabar com o processo de terceirização, Cássio deixou claro que é uma questão que será profundamente avaliada por seu governo, mas acredita que o problema, de fato, não está na modalidade, mas na desonestidade que campeia no atual modelo implementado na Paraíba.
Ao longo dos seis minutos, Cássio ainda lamentou o fato de que, na Paraíba, após a atual gestão estadual, todos os índices pioraram sensivelmente, tornando a situação ainda pior a postura de um governo que fecha a porta para o diálogo com os segmentos da sociedade civil organizada e as instituições.
Durante os seis minutos de entrevista, o candidato do PSDB falou sobre segurança pública, saúde e política com os servidores públicos, bem como sobre o rompimento político com candidato do PSB, Ricardo Coutinho. "Em 2010 fizemos uma aliança. Em uma carta de intenções, não só eu, mas grupos político fizeram essa aliança. Três anos depois, não houve uma palavra minha que pudesse representar um boicote para que o governo não desse certo. Infelizmente não deu. Tivemos que fazer uma avalição, ouvir o povo e reconhecer que não pudemos apoiar um governo que apresentou atrasos, que oprime o servidor. Isso é a essência da democracia", ressaltou.
Cássio Cunha Lima também respondeu perguntas sobre obras realizadas na sua gestão passada e novamente sobre a sua avaliação a respeito do funcionalismo público enviadas por internautas pelas redes sociais.
"O que eu tinha como responsabilidade era garantir a governabilidade. Fiz isso com Maranhão, me recolhi ao silêncio, à reflexão. Não fiz nenhum obstáculo ao meu principal adversário político da época. Isso mostra que eu sempre fui a favor da Paraíba”, comentou o candidato do PSDB ainda sobre a aliança nas eleições passadas com o atual candidato Ricardo Coutinho.
Cássio critica “terceirização desonesta” na saúde pública da Paraíba
Ainda na entrevista ao telejornal JPB 2ª Edição, exibido em rede pelas TVs Paraíba e Cabo Branco, afiliadas da Rede Globo, Cássio Cunha Lima respondeu às perguntas feitas pelos apresentadores Edilane Araújo e Carlos Siqueira. No primeiro momento, o candidato comentou o rompimento político com o candidato a governador Ricardo Coutinho e sobre a cassação no seu segundo mandanto pelo Supremo Tribunal Federal.
Durante transmissão simultânea entre as televisões Paraíba e Cabo Branco, afiliadas da Rede Globo, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), candidato a governador pela Coligação A Vontade do Povo, destacou sua preocupação com a atual situação do setor de saúde pública no Estado. Notadamente, criticou duramente os escândalos envolvendo a terceirização da área.
Ao ser abordado pela entrevistadora Edilane Araújo se iria acabar com o processo de terceirização, Cássio deixou claro que é uma questão que será profundamente avaliada por seu governo, mas acredita que o problema, de fato, não está na modalidade, mas na desonestidade que campeia no atual modelo implementado na Paraíba.
Ao longo dos seis minutos, Cássio ainda lamentou o fato de que, na Paraíba, após a atual gestão estadual, todos os índices pioraram sensivelmente, tornando a situação ainda pior a postura de um governo que fecha a porta para o diálogo com os segmentos da sociedade civil organizada e as instituições.
DEBATE DA ARAPUAN: Primeiro bloco tem apresentação, homenagem a Campos e "cutucada"

Ricardo não rebateu diretamente a pergunta, mas também fez criticas a gestões passadas, que envolve a de Cássio Cunha Lima.
Candidatos respondem sobre segurança, saúde, desenvolvimento e funcionalismo

Segurança Pública
O segundo participante sorteado foi o presidente da Comissão de Políticas de Segurança e Drogas da OAB/PB, Deusimar Guedes. Ele questionou o candidato Major Fábio, dentro do tema segurança pública, sobre qual seria a sua política para o combate às drogas. Na resposta, o membro do Pros prometeu apresentar o programa “Fronteiras Fechadas para o Crime”, que pretende fechar as divisas do Estado, com mais policiais nas ruas e aquisição de equipamentos, a exemplo de armamento e veículos leves blindados e unidades de monitoramento móveis.
No comentário, o candidato Tárcio Teixeira (Psol) falou sobre a importância da valorização dos servidores da segurança pública, a exemplo dos policiais militares, civis e realização de concursos públicos dentro da área.
Desenvolvimento
Dentro do tema “Desenvolvimento”, o presidente da Famup, Tota Guedes, questionou o candidato Vital do Rêgo Filho (PMDB) sobre qual seria o tipo de parceria que ele pretende implantar entre o Estado e os municípios paraibanos, caso ele seja eleito. Em resposta, o senador peemedebista destacou a interiorização do desenvolvimento, priorizando a integração intermunicipal, através da duplicação da BR-230, entre Campina Grande e Cajazeiras; melhoramento da malha ferroviária; construção do Porto de Águas Profundas e preparação para o recebimento das águas oriundas da transposição do Rio São Francisco.
No comentário sobre a resposta, o candidato Cássio Cunha Lima (PSDB) assegurou que irá retornar com o programa “Boa Nova” na Paraíba, para assegurar obras de esgotamento sanitário e de abastecimento d’água em todo o Estado; a duplicação da BR-230; o fortalecimento da fronteira entre Campina Grande e Pernambuco; o incentivo fiscal para a instalação de grandes empresas no Estado; e o investimento em matrizes energéticas.
Educação
Na área de “Educação”, o presidente da APLP, professor Francisco Fernandes, questionou o candidato Cássio Cunha Lima sobre a política que ele pretende implantar para a valorização do magistério e se ele vai implantar o piso salarial integral para a categoria.
O tucano afirmou que o seu primeiro compromisso, caso seja eleito, será o de restabelecer o diálogo com todas as categorias, em especial, com os professores, realizar concursos públicos de maneira permanente, retornar a parceria com o Instituto Ayrton Senna e reimplantar a política de Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR). Segundo ele, é preciso manter o diálogo, o respeito e a valorização, garantindo os mesmos direitos aos ativos e aos inativos.
No comentário, o candidato Vital do Rego prometeu implantar escolas integrais, ensino profissionalizante e convocar a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) para treinar os docentes e garantir o cumprimento integral do PCCR. O peemedebista também assegurou que o problema de transporte “pau de arara” irá acabar definitivamente em todo o Estado, caso ele seja eleito.
Valorização do servidor público
A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado da Paraíba, Vanda Coeli, questionou qual seria a política de valorização dos servidores públicos que o candidato Tárcio Teixeira pretende implantar no Estado. O membro do Psol afirmou que vai implantar o diálogo e o respeito com todas as categorias do funcionalismo público estadual.
O governador Ricardo Coutinho, em seu comentário, afirmou que foi o seu governo que implantou a data base do funcionalismo estadual; que mais chamou concursados para o funcionalismo público da história da Paraíba; que criou o 14º e 15º salário dos professores; e que manteve mesas de negociação permanentes com os professores, policiais militares e civis.
Segurança, Educação, Servidor e Turismo são debatidos no terceiro bloco
Antes de falar sobre Segurança, Ricardo voltou ao tema da Educação e negou que tenha fechado escolas, destacando que reabriu, criou vagas e reformou escolas. Sobre Segurança ele disse que a política de Segurança precisa dialogar com outras políticas e garantiu que no seu governo a taxa de homicídios vem caindo.
Sobre servidores, Cássio lembrou que quando assumiu em governo em 2003, as finanças do Estado era precária e por tanto, teve que primeiro organizar a maquina para em seguida começar a montar os PCCR's e realizar concursos. Ele garantiu ainda que está mais maduro e por isso, quer fazer um governo mais técnico e com medidas de contenção de gastos, diminuição de secretárias, para que possa haver mais dinheiro para incentivar o servidor.
Major Fábio lembrou que alguns candidatos, já passaram pelo governo e não melhoram a vida dos servidores. Ele defendeu que os funcionários públicos recebam um salário digno para que não precise depender de vale alimentação e outros benefícios.
Ricardo Coutinho falou sobre turismo e lembrou que destravou o Polo Cabo Branco, que antes era esquecido por conta de picuinhas políticas. Destacou parcerias com o tarde turístico e reformas de equipamentos como o Parque dos Dinossauros. Destacou também a realização da RobCup recentemente em João Pessoa como um grande teste para Capital e para Paraíba.
Vitalzinho lembrou da visitai do ministro do Turismo recentemente em João Pessoa para procurar solução para o caso do Jacaré, e realçou a falta de parceria entre o governo do estado e o governo federal para o setor. Prometeu a integração do turismo de Sol e Mar, Religioso e Ecoturtismo.
Veja como foi o confronto direto entre os candidatos a governador em debate

Cássio - Tárcio
Na réplica, Tárcio Teixeira alertou o candidato tucano para a dificuldade do paraibano, principalmente, do cidadão do semiárido de ter acesso à água potável.
Tárcio – Ricardo
O segundo sorteado foi Tárcio Teixeira, que questionou o governador e candidato à reeleição Ricardo Coutinho (PSB) sobre as queixas dos servidores públicos relativas à falta de diálogo do chefe do Executivo estadual com os servidores e o congelamento de gratificações de várias categorias.
Na réplica, Tárcio acusou o governador “desrespeitar” os servidores ao falar que não governava para uma “folha de pagamento”. Segundo o membro do Psol, é preciso que o chefe do Executivo receba os servidores, dialogue, implante o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR), o piso salarial do magistério, a Lei do Subsídio dos servidores do Fisco, entre outras medidas.
Na tréplica, Ricardo afirmou que o mundo não gira em torno do candidato do Psol. Ele afirmou que o funcionalismo estadual não são as pessoas que giram em torno de Tárcio Teixeira, mas dos professores que, “hoje, recebem melhor e das escolas que estão mais bem equipadas”.
Vital do Rêgo – Major Fábio
Na sequência, o candidato Vital do Rêgo (PMDB) questionou Major Fábio (Pros) sobre o “governo promovido pelos antigos aliados, Ricardo Coutinho e Cássio Cunha Lima (PSDB), nos últimos quase quatro anos”.
Major Fábio respondeu Vital com outra pergunta, mas endereçada ao senador Cássio. Ele quis saber sobre como teria sido a sua reação do tucano quanto à demissão de milhares de servidores “no atual governo”. “Eu queria saber porque Ricardo foi criado por Cássio, é o criador e a criatura”, disse.
Vital disse que se comprometia a fazer diferente de Ricardo e Cássio, assegurando um programa de Estado, um plano integrado de desenvolvimento que comprometerá a gestão com o bem estar das futuras gerações. “Vamos trazer a Paraíba ao caminho do desenvolvimento perdido”, concluiu.
Major Fábio - Cássio
Em seguida, o candidato Major Fábio questionou o senador Cássio Cunha Lima sobre qual seria a sua política “revolucionária” para a educação estadual, caso consiga exercer um novo mandato.
Em resposta, Cássio relembrou conquistas de antigas gestões suas, a exemplo da implantação do PCCR do magistério; da instalação do ensino médio nos 223 municípios da Paraíba. Ele também assegurou que vai investir no melhoramento dos educandários e realização de concurso público.
Na réplica, Major Fábio criticou as brigas políticas entre candidatos e destacou a importância da valorização dos jovens, através do fortalecimento da política educacional e de incentivo ao desporto. Segundo eles, uma parcela mínima de crianças e adolescentes sabem interpretar um texto e as regras básicas de matemática. “A nossa juventude clama por políticas públicas eficazes”, disse.
Ricardo - Vital
A última pergunta do quarto bloco foi realizada pelo governador Ricardo Coutinho ao senador candidato Vital do Rego. O socialista quis saber a opinião do peemedebista sobre a gestão do Governo do Estado, que no ano de 2006, deixou de aplicar o mínimo valor constitucional na área de saúde, mesmo com determinação judicial do Ministério Público Federal.
Em resposta, Vitalzinho lamentou o fato, mas também criticou a atual gestão de “terceirizar” a saúde pública do Estado. Vital prometeu valorizar o servidor da saúde e abrir novas unidades de saúde. “O PMDB tem compromisso com a saúde, pois, foi o partido que construiu os hospitais de Emergência e Trauma de João Pessoa e de Campina Grande”, disse.
Na réplica, Ricardo Coutinho relembrou a fila da morte na Paraíba e o problema dos bebês cardiopatas em situação de risco. Ele afirmou que o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, melhorou o atendimento, ampliou a quantidade de atendimento e de cirurgias e disse que a unidade não é terceirizada, mas segue o exemplo adotado em governos do PT e do próprio PMDB, através da gestão pactuada.
Na tréplica, Vital disse que vai criar um comitê gestor para acompanhar as ações de saúde do Estado, prometeu construir um hospital pediátrico no lugar onde hoje fica a Granja Santana – residência oficial do governador -, e transformar a maternidade Arlinda Marques em um hospital da mulher.
UFCG convoca 1.202 candidatos da lista de espera do SiSU

Novas chamadas
2ª Chamada - 25 de agosto Cadastramento - 27 e 28 de agosto
3ª Chamada - 1° de setembro Cadastramento - 3 e 4 de setembro
4ª Chamada - 8 de setembro Cadastramento - 10 e 11 de setembro
5ª Chamada - 15 de setembro Cadastramento - 17 e 18 de setembro
6ª Chamada - 22 de setembro Cadastramento - 24 e 25 de setembro
7º Chamada - 29 de setembro Cadastramento - 1 e 2 de outubro
8ª Chamada - 13 de outubro Cadastramento - 15 e 16 de outubro
Com aval de Renata Campos e da cúpula do PSB, Beto Albuquerque será o vice de Marina Silva

A trajetória de Beto Albuquerque em cinco momentos
1 — De Passo Fundo
2 — Militância na universidade
Foi na universidade que Beto Albuquerque iniciou sua militância política presidindo o Diretório Acadêmico América Latina Livre, de 1984 a 1985, e o Diretório Central de Estudantes, em 1986. Dirigiu a Associação Passo-fundense de Defesa do Consumidor (Apadecon), de 1987 a 1990, e a Juventude Franciscana no Estado. Foi membro fundador do Movimento de Justiça e Direitos Humanos na região de Passo Fundo.
3 — Deputado estadual
Em 1988, Beto Albuquerque tentou uma vaga na Câmara Municipal de Passo Fundo. Em 1990, concorreu pela primeira vez a deputado estadual no Rio Grande do Sul pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), sendo o terceiro candidato mais votado pela aliança Frente Popular. Em 1994, reelegeu-se para a Assembleia Legislativa.
4 — Em Brasília
Em 1998, foi eleito deputado federal e logo em seguida foi convidado pelo então governador Olívio Dutra para assumir a Secretaria dos Transportes. Em 2002, foi reeleito para mais um mandato na Câmara dos Deputados. Em outubro de 2006, reelegeu-se deputado federal, com 174.774 votos, 38,32% a mais que na eleição anterior. Em 2010, Beto Albuquerque foi reeleito para o quarto mandato consecutivo, com 200.476 votos.
5 — De volta ao RS
Atendendo a convite do governador eleito Tarso Genro, Beto Albuquerque licenciou-se da Câmara para assumir a Secretaria de Infraestrutura e Logística. Ele exerceu a função até dezembro de 2012, quando reassumiu seu mandato na Câmara dos Deputados. Em 2014, o candidato foi reconduzido à liderança do PSB na Câmara dos Deputados e disputa uma vaga no Senado.
Dados do TSE revelam que custo do voto na Paraíba é o 12º mais alto Brasil

O custo mais baixo de voto é no Rio Grande do Sul, com R$ 6,4. Na região Sul, o custo é de R$ 11,67 por voto. A região Centro-Oeste terá o custo mais alto, R$ 45,78 e Sudeste, o mais baixo, R$ 10,38. No Norte, o custo pode alcançar R$ 31,18 por voto e no Nordeste, R$ 19,87.
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