sábado, 6 de novembro de 2010

Sume pára de crescer e tem FPM reduzido.


A nova contagem populacional feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vai gerar prejuízos financeiros para quatro municípios paraibanos que tiveram o número de habitantes reduzido. Por conta disso dessa redução na população, Cacimba de Dentro, Juru, Rio Tinto e Sumé vão perder recursos Referentes ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Ao contrário desses quatro municípios, outros sete vão ter o valor dos recursos aumentados. Barra de Santa Rosa, Itapororoca, Itatuba, Pitimbu, São Bento, Seridó e Tacima (Campo de Santana) são as cidades que ganharão com o FPM por conta da contagem populacional.Os municípios restantes manterão o valor das verbas.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nessa quinta-feira (04) de novembro, a contagem populacional de todos os Municípios brasileiros. O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, destaca que essas informações servirão de base para que o Tribunal de Contas da União (TCU) calcule os coeficientes do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) para o ano de 2011.

“Os Municípios têm um prazo de 20 dias para entrar com um processo administrativo junto ao IBGE para contestarem a população contada. Após este prazo o instituto publicará a população oficial para que o TCU calcule o coeficiente”, alerta Ziulkoski.

Para calcular o impacto gerado aos Municípios em relação ao aumento, à manutenção ou ao decréscimo do coeficiente do FPM, a CNM enquadrou os Municípios de acordo com a tabela do FPM e os comparou com os atuais coeficientes. Segundo a entidade, 329 - 5,9% do total - teriam queda de seus coeficientes, outros 4.919 - 88,8% - ficariam com o coeficiente deste ano. Apenas 290 - 5,4% - teriam seus coeficientes aumentados.

Com a análise, é possível identificar que o Estado mais prejudicado será o Amazonas (23% dos Municípios), seguido de Roraima (21%) e Bahia (15%). Os que teriam as menores perdas seriam o Acre e o Mato Grosso do Sul porque ambos não possuem nenhum Município perdendo coeficiente.

Em relação ao aumento populacional, os Estados que mais se beneficiariam são o Pará (25% dos Municípios), depois o Maranhão e o Amazonas, com 18% e 15% dos seus Municípios, respectivamente.

O que é o FPM?

O Fundo de Participação dos Municípios é uma transferência constitucional originada da arrecadação total de Imposto de renda (IR) e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na proporção de 23,5%. São 22,5% depositados mensalmente e 1% no dia 10 de dezembro de cada ano.

O FPM tem a seguinte composição:

FPM das capitais: 10% do total são divididos entre as 27 capitais lendo como critério a população e o inverso da renda per capita do Estado. Há um limitador que estabelece que sejam destinados 85% às regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e 15% às regiões Sul e Sudeste.

FPM do interior: 86,4% do total do Fundo é destinado a todos os Municípios do País. O critério é a população.

Fundo de Reserva: fica com 3,6% do total e é destinado aos Municípios do interior que tenham população acima de 142.633 habitantes.

Cinco nomes irão compor a equipe de transição indicados pelo governador eleito; veja nomes

Aracilba Rocha , Zenóbio Toscano (PSDB), Gustavo Nogueira, Livânia Farias e Walter Aguiar. Estes são os nomes que o governador eleito Ricardo Coutinho, do PSB, indicou para fazer a transição de governo junto à equipe do governador José Maranhão.

Os nomes agora esperam pela equipe que o governador José Maranhão indicar para que seja feita a transição entre o governo que vai sair e o governo que vai entrar.

A convite do governador Ricardo, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) vai indicar um nome para acompanhar a equipe de transição. Um outro nome será indicado por um promotor ligado ao Ministério Público Estadual.

Agora, a equipe indicada por Ricardo Coutinho espera pelos nomes que o governador José Maranhão indicará para fazer a transição do governo do Estado, cuja posse se dará no dia 1º de janeiro

Fonte
giro pb