quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Dois juízes mudam voto e decidem não aplicar “Ficha Limpa” contra Cássio Cunha Lima

Os juízes tiveram três entendimentos diferentes para o caso, por isso, o presidente precisou votar

Todos esperavam o voto de minerva do presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Genésio Gomes, no julgamento do ex-governador Cássio Cunha Lima (PSDB) que é acusado por suposto gasto excessivo com propaganda em ano eleitoral, mas ele surpreendeu ao informar que não iria votar porque não houve empate.

Segundo ele, todos decidiram pela aplicação de multa e isso foi consenso. Na sessão passada ficou decidido que o presidente desempataria o julgamento na sessão de hoje o que não aconteceu, pois o entendimento foi mudado.

O relator do processo, juiz Carlos Neves, também surpreendeu e decidiu mudar o voto. Ele seguiu o entendimento da juíza federal, Niliane Meira, de inelegibilidade de três anos e não de oito, tendo como base o “Ficha Limpa”, e mais a aplicação de multa 100 mil ufirs. João Ricardo Coelho também mudou o voto e seguiu o mesmo entendimento.

Com o reviravolta da sessão desta terça-feira o resultado do julgamento ficou o seguinte: Carlos Neves, João Ricardo Coelho, Niliane Meira e Newton Vita votaram pela inelegibilidade de Cássio por três anos e mais a aplicação de multa. Já Manoel Monteiro e João Batista votaram pela perda de objeto, ou seja, por punição alguma.

O processo contra Cássio Cunha Lima entrou em pauta na sessão do dia 6 de julho. Foram vários adiamentos ocasionados por pedidos de vista e uma novidade que foi a entrada de um novo advogado, Eduardo Alckimin.

A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra Cássio Cunha Lima foi impetrada pela coligação ‘Paraíba de Futuro’.



Fonte: da internet

Coordenadora de Comunicação da Campanha de José Maranhão nega greve por atraso em salários

A coordenadora de Comunicação da Campanha de reeleição de José Maranhão, Sony Lacerda, negou que a equipe que comanda esteja em greve pelo não pagamento dos salários. Informações dão conta que a equipe de comunicação teria cruzado os braços nesta terça-feira como forma de pressionar a coordenação de campanha a pagar os vencimentos em atraso.

De acordo com a jornalista, durante esta terça-feira não houve produção de matérias durante manhã e tarde porque todas as atividades de campanha do governador José Maranhão se concentraram no período da noite. Ela garantiu que os eventos estão sendo cobertos pela equipe.

Na noite desta terça-feira a Coordenação de Comunicação de campanha do peemedebista encaminhou matéria a imprensa da cobertura de um arrastão no bairro de Mandacaru, em João Pessoa. O material chegou às 21h53.

Presidente do TRE livra Cássio do Ficha Limpa e diz que pena do tucano é apenas a multa

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Genésio Gomes surpreendeu a Paraíba na tarde desta terça-feira (10), quando informou que não iria votar no julgamento do ex-governador Cássio Cunha Lima (PSDB) porque não houve empate.

Segundo Genésio Gomes, todos decidiram pela aplicação de multa e isso foi consenso. Cássio foi acusado por suposto gasto excessivo com propaganda em ano eleitoral. Ele livrou Cássio do Ficha Limpa e disse que pena é apenas da multa, uma vez que como não houve o voto minerva, eles refeizeram a votação, ficando em 4 X 2 pela ingelegibilidade de Cássio por 3 anos a contar de 2006. Quem não votou foi Manoel Monteiro e João Batista. Todos os outros votaram.

Na oportunidade os juízes tiveram três entendimentos diferentes, dois deles, Carlos Neves e João Ricardo Coelho, votaram pela inelegibilidade por um período de oito anos, os outros dois, Niliane Meira e Newton Vita votaram pela inelegibilidade de três anos a contar de 2006 e os outros dois, Manoel Monteiro e João Batista votaram pela não aplicação da inelegibilidade ao ex-gestor.

O único voto em comum é que todos entenderam que houve o gasto excessivo com publicidade e por isso aplicaram multa de 100 mil ufirs.

O processo contra Cássio Cunha Lima entrou em pauta na sessão do dia 6 de julho. Foram vários adiamentos ocasionados por pedidos de vista e uma novidade que foi a entrada de um novo advogado, Eduardo Alckimin.