sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Polícia Civil encerra inquéríto sobre a morte do vereador de Serra Branca

A Polícia Civil, por meio do Grupo Tático Especial – GTE da 14ª DSPC em Monteiro, coordenado pelo Dr. Gilson Duarte, e da Delegacia de Serra Branca, chefiada pelo Dr. Rodrigo Monteiro, encerrou, na madrugada desta quinta-feira, 17, o inquérito que apura o assassinato do vereador da cidade de Serra Branca, GERALDO CAETANO DE ARAÚJO, mais conhecido como “DÉA”, ocorrido no dia 21 de agosto de 2013.

Após quase sessenta dias de investigação, os Delegados de Polícia Civil Gilson Duarte e Rodrigo Monteiro apresentaram o resumo das investigações, onde se concluiu que o mandante do assassinato foi JOSÉ SANDRO DA SILVA, empresário, 36 anos de idade, natural de Inajá/PE, o qual utilizou-se do seu empregado LEANDRO GOMES TEIXEIRA (preso em Petrolina no dia 13/10, 22 ANOS DE IDADE, natural de Água Branca/AL, como intermediário e motorista do executor, que foi MARCELO FERREIRA DA SILVA, 23 anos de idade, natural de Mata Grande/AL.

MARCELO FERREIRA DA SILVA (preso em 16/10/2013 na cidade de Mata Grande/AL) chegou à cidade de Serra Branca no dia 20/08/2013, alugou um quarto na hospedaria em um Posto de Combustíveis e no dia seguinte, 21/08/2013, matou com vários disparos de arma de fogo GERALDO CAETANO DE ARAÚJO, mais conhecido como “DÉA”, utilizando-se de um revólver calibre 38   fornecido por JOSÉ SANDRO DA SILVA (preso em Recife/PE), tendo recebido pelo crime a quantia de R$ 1.000,00 (um mil reais) e mais uma pistola calibre .380.

Marco di Aurélio convida a todos para mais um sarau em Monteiro 18 de outubro de 2013

ImageCom mais 8 dias (25 de outubro) estaremos com mais um Sarau poético/musical em Monteiro. Reuniremos, em espaço central da cidade, uma verdadeira tropa de artistas - cantores, compositores, declamadores e musicistas da melhor qualidade. Uma verdadeira festa! 

Um abraço da arte com a vida em plena urbe. Nossas raízes estendidas em praça pública numa noite para festejar nossos sentimentos mais puros.

Espero contar com a presença de todos os que fazem arte na região, naquele momento brincante, sem as amarras do dinheiro, política ou coisa que o valha.

Cultura não tem bandeira, tem coração.

Estarei na organização, com o valioso apoio da Casa Progresso.

Sem deixar o poder público de fora, pois é dele o mister do bem cuidar de sua comunidade, teremos a colaboração de Alexandre César, Secretário de Cultura do Município, nos dando cobertura material como som, tendas, cadeiras e iluminação para o grande evento.

Colaborem, divulgando nosso encontro.

Ex-prefeito de Zabelê é preso por suposto envolvimento de tentativa de homicídio

O ex-prefeito de Zabelê, Lucivaldo Vaz Henrique (foto), foi preso na manhã desta quinta-feira (17) pela Polícia Civil acusado de ter envolvimento em um atentado ao vereador José Cabral, daquele município. Após a prisão, o advogado do ex-prefeito, Josedeo Saraiva, se pronunciou publicamente nesta quinta-feira (17), e disse que a detenção de Lucivaldo foi arbitrária. Lucivaldo é esposo da atual prefeita de Zabelê, Íris Henrique.

O advogado revelou que esteve desde a semana passada na Delegacia de Monteiro, buscando cópias do inquérito policial, no sentido de ingressar com queixa crime contra seus acusadores, a exemplo do que já havia feito em desfavor do vereador José Cabral. Ele acrescenta que, surpreendentemente, as cópias foram fornecidas apenas parcialmente, sob argumento de que haviam “papéis” soltos na delegacia.

Josedeo Saraiva revela ainda que a polícia, por várias vezes, tentou justificar a não entrega completa dos documentos asseverando que Lucivaldo não era investigado no inquérito, acrescentando, ainda, que em todas as vezes que foi na delegacia foi acompanhado de Lucivaldo. “Ele sempre esteve à disposição da polícia para prestar qualquer tipo de esclarecimento, até porque, é a maior vítima desse lastimável episódio”.

Vasco perde para Goiás, segue na degola e Dorival volta a ficar ameaçado

O Vasco perdeu a oportunidade de deixar a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro nesta quinta-feira. O time fugiu do bom aproveitamento em Macaé e foi derrotado pelo Goiás por 2 a 0. Os gols no estádio Moacyrzão foram marcados por Rodrigo e Hugo. O resultado fez o Cruzmaltino seguir na degola. A equipe está em 18º lugar e soma apenas 32 pontos. O técnico Dorival Júnior volta a ter o cargo ameaçado após ser preservado pela diretoria nas últimas partidas pela competição nacional.

Já o Esmeraldino subiu para a 5ª colocação e contabiliza 43 pontos. Na próxima rodada, o Vasco enfrenta o Botafogo, domingo, às 18h30, no Maracanã. O Goiás recebe o Atlético-PR no mesmo dia, às 16h, no estádio Serra Dourada.

PSDB quer realizar prévia e pressionar Cássio a ser candidato em 2014

Os tucanos têm pressa. Querem antecipar o debate da candidatura própria ao governo do Estado em 2014. Essa decisão deverá acontecer em janeiro, se depender do senador Cícero Lucena, uma das lideranças do PSDB estadual. Ele defende que seja realizada uma prévia, antes da convenção oficial de junho.

“Estou defendendo algo que vem das ruas. Então, se existe o clamor da população porque não anteciparmos esse debate, se temos também um candidato, no caso do senador Cássio Cunha Lima, disparado nas pesquisas de intenções de votos”, ressaltou Cícero.

Uma coisa é certa: O PSDB terá candidato próprio ao governo. Segundo Cícero, essa tese ficou ainda mais evidenciada porque o presidenciável tucano Aécio Neves irá precisar do palanque na Paraíba. “Para o cenário nacional está muito claro que o partido necessita de um espaço; coisa que não terá caso o partido não se apresente para disputar o governo”.

Cagepa é processada por priorizar terceirizados ao invés de concursados.

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) ajuizou uma ação civil pública com pedido de liminar contra a Companhia de Águas e Esgotos da Paraíba (Cagepa) e a empresa “Maranata Prestadora de Serviços e Construções Ltda”. O objetivo é obrigar a Cagepa a convocar os candidatos aprovados no concurso realizado em 2008 para preenchimento de vários cargos que estavam sendo ocupados de forma precária e ilegal por pessoal terceirizado, contratado pela companhia.
O problema foi constatado pela Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público da Capital em diversos cargos, que não chegaram a ser preenchidos pelos candidatos aprovados no concurso, como engenheiro civil, analista comercial, inspetor de instalações prediais, serralheiro, soldador, torneiro mecânico e auxiliar de serviços gerais.
Uma das empresas que celebrou contrato com a Cagepa foi a Maranata, a segunda demandada na ação do MPPB. “Verificou-se que a empresa fora contratada pela Cagepa com o objetivo de prestar serviços na área de limpeza, tendo esta à sua disposição, no mês de dezembro de 2012, isto é, durante o prazo de validade do concurso, 145 funcionários terceirizados nesta área”, explicou o promotor de Justiça João Benjamim Delgado Neto.
A irregularidade levou a Promotoria a requerer à Justiça que a Cagepa seja obrigada a convocar os candidatos aprovados para o cargo de auxiliar de serviços gerais em quantitativo equivalente ao número de funcionários da empresa Maranata que estavam prestando serviços à companhia. Também foi requerido que o contrato celebrado pela Cagepa com a empresa seja declarado nulo.
Histórico
Em setembro de 2010, a Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público instaurou inquérito civil público para apurar a veracidade de inúmeras reclamações de que a Cagepa estaria celebrando contratos de prestação de serviços com pessoas jurídicas objetivando a terceirização de mão de obra e deixando de convocar candidatos aprovados no concurso público por ela realizado e, na época, em vigor.
Há  cinco anos, a Cagepa publicou o edital do concurso público para preenchimento de vagas e formação de cadastro reserva em vários cargos distribuídos em todo o Estado da Paraíba, totalizando 3.176 cargos. O concurso teve sua validade prorrogada por dois anos, tendo vencido em 10 de janeiro deste ano.
A promotoria constatou que cargos vagos ofertados não foram integralmente preenchidos durante o prazo de validade do concurso e que os aprovados no cadastro reserva para determinados cargos não foram convocados, apesar da contratação de mão de obra terceirizada para desempenho dessas mesmas funções durante a vigência do concurso.