O jornalista Leandro Mazzini, do Informe JB, trata hoje em sua coluna da hipótese de chegada do ex-governador Cássio Cunha Lima (PSDB) ao Senado Federal. O registro de candidatura do tucano paraibano foi impugnado pela Justiça Eleitoral com base no enquadramento dele na Lei da Ficha Limpa, mas o ministro Luiz Fux, que vai desempatar a polêmica, tenderia a ser contrário à tese de retroatividade da lei. Para Mazzini, se o quesito cair, não haverá prejuízo para o governo federal.
Leia a íntegra das notas publicadas no Informe JB
A expectativa dos que não foram
Cresce em Brasília a expectativa em torno do futuro voto do novo ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, a respeito da Lei Ficha Limpa. A decisão de desempate de Fux sobre a retroatividade ou não da lei é o ponto máximo. Juiz de carreira há 30 anos, Fux está acostumado a polêmicas e já deu a entender que deve decidir logo a situação, bem baseado. Há nos corredores da toga a notícia de que não será surpresa se Fux derrubar a retroatividade, tão questionada. Nesse caso, o cenário político mudará muito em Brasília. Só para citar dois casos de peso no Senado, vindos da Paraíba e Pará, respectivamente: sobem à Casa Alta Cássio Cunha Lima (PSDB), (E) no lugar de Wilson Santiago (PMDB), e Jader Barbalho (PMDB), em lugar de Marinor Brito (PSOL). Cássio foi impugnado por ter sido cassado como governador, e Jader, pela renúncia ao próprio Senado anos atrás em meio a denúncias de quebra de decoro.
6 por meia dúzia
Se isso ocorrer, dentro do contexto citado, nada muda para o governo na Casa. O Planalto ganha um aliado: Jader, no lugar da socialista opositora; e um adversário, Cunha, em lugar do peemedebista Santiago.
sexta-feira, 11 de março de 2011
Roseana descarta assumir Saúde do Estado e nega desgaste com Mário Toscano
“Não há a menor possibilidade de eu assumir a Secretaria e eu nunca houve interferência ou desgaste na nossa relação que sempre foi muito bem resolvida”, destacou.
Sobre o substituto, Meira afirmou que ainda não há nomes, por que o governador foi pego meio de surpresa com a saída de Toscano.
Peemedebista põe de lado rixa política e mostra saudades do Governo Cássio Cunha Lima
O deputado estadual Trocolli Júnior (PMDB) resolveu externar a saudade pela gestão do ex-governador Cássio Cunha Lima (PSDB), e saiu em defesa do expediente corrido de 6h no Estado, medida implantada pelo tucano à época em que comandou o Governo. Logo que assumiu a administração estadual, o socialista Ricardo Coutinho modificou o horário de expediente e estipulou que o serviço público funcionasse durante os dois expedientes.
Para Trocolli, trabalhar os dois expedientes significa um ônus a mais, tanto para o Estado, quanto para os servidores.
“Uma pessoa que ganha um salário mínimo e trabalha os dois expedientes tem que almoçar todos os dias na rua e isso requer um gasto de 10% ou mais do salário”, argumentou.
Ainda segundo o peemedebista, Cássio implantou a proposta pensando na economia do Estado, com energia, água, cafezinho e até papel e material de escritório.
“Cássio foi feliz quando teve essa idéia e a pôs em prática, foi uma iniciativa louvável que José Maranhão acatou e também não modificou”, lembrou.
Para Trocolli, trabalhar os dois expedientes significa um ônus a mais, tanto para o Estado, quanto para os servidores.
“Uma pessoa que ganha um salário mínimo e trabalha os dois expedientes tem que almoçar todos os dias na rua e isso requer um gasto de 10% ou mais do salário”, argumentou.
Ainda segundo o peemedebista, Cássio implantou a proposta pensando na economia do Estado, com energia, água, cafezinho e até papel e material de escritório.
“Cássio foi feliz quando teve essa idéia e a pôs em prática, foi uma iniciativa louvável que José Maranhão acatou e também não modificou”, lembrou.
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