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sexta-feira, 20 de julho de 2012

Bananeiras inicia na próxima segunda-feira rota cultural Caminhos do Frio


Começa nesta segunda-feira (23) a Rota Cultural do projeto Caminhos do Frio. Até o dia 2 de setembro, cerca de 30 mil turistas devem participar das atividades em seis cidades do brejo paraibano - Bananeiras, Serraria, Pilões, Areia, Alagoa Grande e Alagoa Nova - que fazem parte do roteiro. As seis cidades juntas irão movimentar mais de R$200 mil apenas na área cultural, oferecendo uma vasta programação.


Cada uma das seis cidades que compõem o Caminhos do Frio tem uma rota cultural específica, com apresentações culturais, festivais gastronômicos, oficinas, atividades de ecoturismo e esportivas, feira de artesanato, exposições culturais, entre outras atrações. Bananeiras inicia as atividades do projeto com a programação “Aventuras e Arte na Serra”, entre os dias 23 e 29 de julho. Na cidade, os turistas poderão participar do Festival Gastronômico, de trilhas ecológicas, de apresentações teatrais e musicais, como a orquestra sanfônica e show da banda Cabruêra.

De acordo com a gestora de Turismo do Sebrae Paraíba, Regina Amorim, o Caminhos do Frio promove o desenvolvimento sustentável do turismo nas cidades que fazem parte do roteiro, contribuindo para que a comunidade local seja beneficiada com o incremento econômico e cultural. “Na programação, por exemplo, temos apresentações teatrais de crianças das cidades, que desenvolvem desde cedo um trabalho artístico que pode ter continuidade ao longo da vida”, disse a gestora.

Com o término do roteiro de Bananeira, entre os dias 30 de julho e 6 de agosto, começa a rota de Serraria “Natureza, Seresta e Engenhos”. Na cidade, serão realizadas oficinas culturais, apresentações artísticas e shows, como o dos 3 do Nordeste, do Paraíba Sim Sinhô, além de sanfoneiros e seresteiros da região. O roteiro da cidade conta ainda com espetáculo de circo, com a Cavalgada da Fé e visita a engenhos.

De 6 a 12 de agosto é a vez de Pilões, com a “Festa das Flores, Banana e Artes”. O municípios vai oferecer oficinas artísticas, apresentações culturais de grupos de dança Caetés e Acauã da Serra (UEPB), da orquestra Sanfônica do Cariri e literatura de cordel “Gilberto Baraúna”, além de trilhas ecológicas na Pedra do Espinho, Cachoeira do Ouricuri e na área de floricultura.

O próximo município a receber a rota cultural Caminhos do Frio é Areia, com a programação “Areia: Frio, Cachaça e Arte”, de 13 a 19 de agosto. A abertura será com apresentação da Filarmônica Abdón Milanez, no Adro do Solar José Rufino. Com uma vasta programação, a cidade vai realizar diversas apresentações culturais, como o espetáculo de dança do grupo Tradições Folclóricas Moenda (Areia), shows das Bastianas, corrida de bike, Encontro de Capoeira e Troca de Cordéis, visitação à casa de doce A Bagaceira, entre outras atividades.

Tributos a Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro

Em Alagoa Grande, as atividades têm início no dia 20 de agosto e seguem até o dia 26 de agosto, com a “Festival de Artes Populares Jackson do Pandeiro”. Na cidade, serão realizadas apresentações culturais, como a “Um olhar Jacksoniano” do grupo Outros, teatro infantil, shows com Boby e Amanda, Márcio Jr e Robério, desfile da banda marcial Paraybana, abertura oficial do Festival de Artes Populares Jackson do Pandeiro com Oliveira de Panelas, apresentações da Orquestra Cônego Firmino Cavalcante “A Maravilhosa Música de Jackson do Pandeiro e Luiz Gonzaga” e das Cirandeiras do Povoado Caiana dos Criolos, além do show com a banda Jackson Envenenado.

Alagoa Grande ainda vai promover a apresentação do Coco de Embolada de Manoel Batista, o Encontro dos Filhos e Amigos de Alagoa Grande, oficinas de Xilogravura, de Hip Hop e de elaboração de Projetos, a 6ª Trilha de Moto dos Engenhos, 1º Passeio Ciclístico, 1ª Exposição de Agronegócios, 12ª Cavalgada de Alagoa Grande, 2º Encontro dos Blogueiros e o VI Encontro de Dança de Rua.

O Caminhos do Frio será encerrado com a rota cultural de Alagoa Nova, com a programação do ““Festa da Civilização do Açúcar”, entre os dias 27 de agosto a 2 de setembro. Na abertura, no teatro municipal, será realizado um “Tributo aos 100 anos do Rei do Baião”. A rota de Alagoa Nova vai contar com oficinas, como a de Birimbau Terapia, apresentações culturais, exibição de filmes, espetáculo circense, festival gastronômico, visita ao Engenho Vaca Brava, shows do Clã Brasil de Vinicius e Sobral, Forró e Gastronomia Cachaça Volúpia (Engenho Lagoa Verde), entre outros. Estão programadas ainda a realização do VII Salão de Artesanato e Encontro de Quadrilhas.

Para participar

Nesta sétima edição, o Caminhos do Frio apresenta algumas inovações. A presidente do Fórum do Turismo Sustentável do Brejo, Vânia Galdino, disse que as atividades da rota cultural serão realizadas tanto na zona urbana quanto na zona rural das cidades. “Outro diferencial é a participação da comunidade, que está cada vez mais envolvida no evento, participando do processo, o que tem promovido um sentimento de pertencimento”, destacou.

Para quem quer participar do roteiro, a dica é procurar o quanto antes agências de turismo ou de receptivo. “Este ano estamos recebendo uma grande demanda de pessoas interessadas em participar do roteiro. Empresas de turismo da Paraíba e de estados vizinhos já estão fazendo contatos e reservas”, ressaltou a presidente do Fórum.

A rota cultural do Caminhos do Frio é uma realização do Fórum do Turismo Sustentável do Brejo, entidade que atua na implementação da cadeia do turismo na região. O projeto tem parceria do Sebrae Paraíba, Governo do Estado e Banco do Nordeste. Informações: http://www.caminhosdofrio.com/

Mari Paraíba diz que está 'curtindo ser famosa’

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Depois de ensaio nu, Mari Paraíba confessa: 'Estou curtindo ser famosa'. Atleta diz que sonha com carreira na TV e que namorado, também jogador de vôlei, teve que lidar com as brincadeiras dos amigos sobre suas fotos. Ao convidar a jogadora de vôlei do Minas Tênis Clube, Mari Paraíba, 25 anos, para figurar em suas páginas, a revista “Playboy” não descobriu apenas uma beldade.

A publicação lançou também uma nova celebridade. Por conta de seu ensaio nu, a jogadora começou a dar entrevistas, ser convidada para aparecer em programas de TV e a posar para revistas.

Pois Mari Paraíba tomou gosto pela coisa e agora já sonha até com uma carreira na TV, apresentando um programa de esportes radicais. ”Estou gostando bastante dessa vida. Comecei a pensar em fazer outra coisa por causa do trabalho da revista. Recebi a proposta de uma emissora para comandar um quadro de esportes radicais em um programa”, conta ela.

Para falar sobre nudez, exposição e futuro, o EGO foi conversar com a jogadora. Confira mais abaixo. É verdade que você vai largar o vôlei?

Recebi a proposta de uma emissora para comandar um quadro de esportes radicais em um programa. Ainda estou vendo, marquei de conversar. Mas fiquei bastante animada com a proposta.

Mas você já havia pensado em deixar o esporte?
Na verdade começou a ficar de lado agora por causa da divulgação da revista. Essa temporada, por exemplo, não vai dar para jogar. Mas estou gostando bastante dessa vida. Comecei a pensar em fazer outra coisa por causa do trabalho da revista.

Qual a melhor parte de fazer a divulgação da ‘Playboy’?

É bem diferente da vida que eu tinha. Mas ainda estou perdendo a minha timidez, estou me acostumando. Falar com a imprensa ou com pessoas que não conheço e que vêm me pedir autógrafos está ficando normal (risos). Mas amo fazer fotos. Já gostava bastante de posar, mas, como nunca fiz outra coisa na vida, não tinha tempo de investir nisso. Mas agora quero fazer mais.

Qual a parte chata?

Não tem muito estresse, não. Só acho chato quando uns caras passam dos limites, chegam sendo grosseiros, chamando de gostosa ou de outras coisas. Quando passa dos limites, não dá.

Tem gente que chega pedindo para você autografar em partes ‘estratégicas’ das fotos na revista?

Não, isso não. Quando assinei com a revista, sabia que isso aconteceria. Acho que acaba sendo uma obrigação desse tipo de trabalho. Mas acho engraçado quando chegam para falar comigo como se já me conhecessem. Não esperava esse reconhecimento.

E que tal ser famosa?

É estranho. Não fiz nada para aparecer, mas estou curtindo ser famosa. Estou aproveitando enquanto dá. Mari: namorado teve que dar autógrafo em ensaio


Quintans analisa convite do PEN para mudar de partido

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“Eu não sou de mudar de partido, mas estamos conversando. O presidente da Assembleia Legislativa Ricardo Marcelo vem tratando os deputados com muito equilíbrio”.

A afirmação é do deputado Francisco de Assis Quintans (DEM) ao ser questionado se pretende deixar o Democratas para ingressar no Partido Ecológico Nacional (PEN).

Ele ainda lembrou que possui mais de 30 anos de vida pública e em torno de 20 como deputado, além de destacar sua relação de respeito pelo presidente do Legislativo paraibano Ricardo Marcelo.

- Conviver com Ricardo Marcelo existe valorização das pessoas, das teses e dos temas que se discutem. Continuamos no DEM e vamos avançar no nível de diálogo e não tenho pressa para estar mudando. Sempre preservamos temas de combate a desertificação, transposição e o projeto Tarifa Verde – pontuou Quintans.

As declarações repercutiram nesta quarta-feira, 18, na Rádio Caturité AM

Justiça concede 20 dias para Carlos Batinga depositar R$ 104.739,45 em juízo

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O ex-deputado Carlos Batinga terá de depositar em juízo a quantia de R$ 104.739,45. Ele teve os bens penhorados por conta de uma ação civil pública de improbidade administrativa que tramita na Justiça Federal. Batinga pediu que ao invés da penhora fosse feito o depósito em conta judicial. A ação refere-se a atos praticados na época em que ele foi prefeito da cidade de Monteiro.

De acordo com a União, os prejuízos causados ao erário somam, em valores atualizados, a importância de R$ 104.739,45. Batinga contesta os números, afirmando que o valor do bloqueio dos bens tem de se limitar, estritamente, ao valor do dano, devendo ser excluídas eventuais multas e juros. Alega também que o valor a ser depositado como substitutivo da medida de indisponibilidade de bens deveria ser dividido entre os demais réus da ação, por se tratar de caso de solidariedade passiva

O magistrado rejeitou os argumentos de Batinga e manteve os valores fixados pela União, dando um prazo de 20 dias para ele providenciar o depósito. Veja abaixo a decisão da Justiça:

AÇÃO CIVIL PÚBLICA DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA - 0002940-79.2009.4.05.8201 UNIAO (ADVOCACIA GERAL DA UNIAO) (Adv. DARIO DUTRA SATIRO FERNANDES, LUIZ GONZAGA PEREIRA NETO, ANTONIO INACIO RODRIGUES DE LEMOS) x MINISTÉRIO PUBLICO FEDERAL x CARLOS ALBERTO BATINGA CHAVES (Adv. RODOLFO DANTAS ROCHA XAVIER, NEWTON NOBEL S. VITA, PAULO ÍTALO DE OLIVEIRA VILAR) x LUCIANA TORRES ROMÃO E OUTRO (Adv. MAGNALDO JOSE NICOLAU DA COSTA) x FRANCINALDO JUSTINO DA SILVA.

Já foi determinado por este juízo, inclusive deferindo pedido do réu Carlos Alberto Batinga Chaves, a substituição dos bens penhorados nos autos por depósito em conta judicial de montante correspondente ao dano objeto da presente ação (despacho de fls. 1499). A União, autora desta ação, apresentou planilha atualizada do débito, trazendo um valor de R$ 104.739,45 (cento e quatro mil, setecentos e trinta e nove reais e quarenta e cincos centavos). O réu Carlos Alberto Batinga Chaves atravessou petição (fls. 1573/1579) em que contesta o valor apresentado pela União, representativo do dano discutido nesta ação, alegando que o valor do bloqueio dos bens tem de se limitar, estritamente, ao valor do dano, devendo ser excluídas eventuais multas e juros. Também alega que o valor a ser depositado como substitutivo da medida de indisponibilidade de bens deveria ser dividido entre os demais réus da ação, por se tratar de caso de solidariedade passiva.

Os argumentos do réu não merecem prosperar. Caso ainda não percebido, este Juízo já assentou, na decisão de fls. 532/535, a possibilidade da medida de indisponibilidade de bens ter como limite não apenas o valor do dano, mas também os valores de multas e juros, já que estes institutos integrariam o valor de uma futura condenação. Desta forma, é defeso a este Juízo reapreciar tal matéria, como também não é mais este o momento processual para o réu tentar reverter referida decisão. No que tange ao argumento de que, por se tratar de dívida solidária, o valor total da indisponibilidade deveria ser dividido entre os demais réus, também não merece acolhida. Referido argumento parte de uma premissa verdadeira, mas deságua numa conclusão falsa. De fato, a obrigação decorrente de dano provocado ao erário é solidária, mas isso não implica que cada coobrigado somente possa ser obrigado a responder por parcela do dano. Muito pelo contrário, a solidariedade implica que cada réu pode responder integralmente por toda dívida (art. 264 do CC).

Assim e forte em tais razões, adoto a planilha apresentada pela União como representativa do valor do dano apurado nestes autos (R$ 104.739,45), quantia esta que deve ser depositada em conta judicial à disposição deste juízo pelo réu Carlos Alberto Batinga Chaves como forma de substituição da medida de indisponibilidade determinada sobre seus bens. Fica advertido o réu que terá o prazo de 20 (vinte) dias para providenciar referido depósito. Comprovado este, cumpra-se o parágrafo 4ª do despacho judicial de fls. 1499. De outra banda, e como bem observou o representante do Ministério Público Federal, os presentes autos precisam seguir sua marcha processual. Assim, tendo em vista deferimento de perícia judicial às fls. 1439/1441 e a certidão de fls. 1630, nomeio como perito o sr. Celso Pinto Mangueira, que deverá realizar a perícia nos termos do que determinado às fls. 1439/1441. Intime-se para ciência da presente nomeação, bem como para informar, no prazo de 10 (dez) dias, sua proposta de honorários. Por fim, defiro o pedido de fls. 1559 para acolher o ingresso do Município de Monteiro-PB como assistente do autor, o que faço com esteio no art. 17, § 3º, da Lei 8.742/1992 c/c § 3º, art. 6º, da lei n.º 4.717/1965 e, ainda, com o art. 50, parágrafo único do CPC. Procedam-se às anotações cartorárias pertinentes ao litisconsorte habilitado no feito.  

Assembleia Legislativa forma comissão para fiscalizar obras do Rio São Francisco

O deputado Francisco de Assis Quintans (DEM) revelou que no próximo mês de agosto a comissão da Assembléia Legislativa da Paraíba (ALPB), criada pelo presidente Ricardo Marcelo (PEN), irá fiscalizar as obras da bacia leste do projeto de Transposição de Águas do Rio São Francisco, que desemboca na cidade paraibana de Monteiro.

Quintans declarou que no último dia 20 de junho foi designado pelo presidente Ricardo Marcelo para visitar as obras executadas pelo Exercito Brasileiro no Eixo Norte, região de São José de Piranhas (PB), e não ficou satisfeito com o que viu. Segundo ele, as obras estão fora do cronograma divulgado pelo Governo Federal.

“Existe uma divulgação falsa do Governo Federal, uma distância muito grande no que é divulgado e o que realmente está acontecendo. Realmente já existem obras concluídas pelo Exercito Brasileiro e entregues ao Ministério da Integração, mas tem outras paradas e muitas em passo de tartaruga, por isso, em agosto iremos visitar as obras do Eixo Leste para mostrar a população que as obras não ainda às mil maravilhas”, disse.

O deputado disse também que a ALPB já está entrando em contato com os senadores paraibanos para formar uma comissão dos representantes dos estados que compõem a bacia receptora do Projeto de Transposição (Paraíba, Ceará, Pernambuco e Rio Grande do Norte) para visitar o Eixo Leste, a partir de Monteiro, e verificar como realmente está o andamento das obras.

“Já falei com Cássio, com Cícero, que já sinalizaram de forma positiva, e vou ligar para Vitalzinho para em agosto toda a bancada federal e estadual da Paraíba visitar as obras do Eixo Leste e, assim, vermos como realmente a obra está”, afirmou.